quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Automatizando e minimizando o estresse das abelhas na extração do mel!
Para iniciarem a produção em grande escala lançaram uma campanha de arrecadação que entrou ontem na ativa e já atingiu mais de 2000%!
Havia comentado num post anterior que eles estariam no kickstarter, mas por estratégias comerciais acabaram indo para o indiegogo!
Segue vídeo com maiores detalhes do projeto, em inglês:
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Não há amanhã
Um vídeo muito interessante de aproximadamente 30 min que nos fará parar e pensar muito a respeito do futura da humanidade!
E aí, já está fazendo a sua parte?
E aí, já está fazendo a sua parte?
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Adaptação de coletores "Tira e Põe", na produção de própolis da abelha Tubi - Barra do Corda, MA, BR
Uma adaptação muito interessante, misturando duas tecnologias: a tecnologia de extração de própolis das abelhas africanizadas Apis Mellifera com a rusticidade das abelhas sem ferrão!
Muito boa aplicação... prova de que podemos ser muito criativos e desenvolver novos métodos.
1PPGBC/UFMA heldersouza.br@gmail.com
2Meliponário Abelha Nativa Tubi abelhanativatubi@hotmail.com
3UFMA/LEA - Laboratório de Estudos Sobre Abelhas patemaia@hotmail.com

Figura 1 - Wilson Melo e o filho Pedro Melo
"Este é o trabalho
de uma luta de 28 anos
que conseguimos revolucionar
em menos de 60 dias.
Sendo que as abelhas
não ficam agressivas
e você as explora
com muitas facilidades"
(Wilson Melo)
Própolis da abelha Tubi
A produção de própolis da abelha Tubi, Scaptotrigona aff. postica Latreille, 1807 é uma atividade importante da meliponicultura que ocorre no município de Barra do Corda, região central do estado do Maranhão, Brasil. Esta própolis é utilizada como matéria-prima para elaboração artesanal de cremes, extratos alcoólicos, sabonetes e méis compostos, que são utilizados pela população em função de suas propriedades terapêuticas e valores nutricionais. Há 28 anos o meliponicultor Wilson Melo iniciou sua criação de abelhas Tubi e possui acima de 800 colmeias distribuídas em seus 16 meliponários (Figura 1).
Modelos de colmeias utilizadas
Dois modelos de colmeias são utilizados atualmente para a criação de Tubi, sendo um que consiste em numa caixa retangular com laterais e fundo fixo e tampa removível (Figura 2) e o outro, é o modelo AIDAR (Figura 3), que pode utilizar até 3 alças sobrepostas ao ninho. Em ambos os casos a Tubi se adaptou muito bem, porém, ao longo dos anos, Sr. Wilson Melo observou que houve maior produção de própolis e pólen nas colmeias AIDAR. A produção de mel por colmeia não ultrapassou 100g por ano.
A produção convencional de própolis
A utilização das colmeias mostradas nas (Figura 2 e Figura 3), para produção de própolis promove grande interferência nas atividades biológicas no interior dos ninhos. Em ambos os casos é necessário que se abra a tampa, e com a utilização de ferramenta cortante coleta-se a própolis (Figura 4). Este manejo submete a colônia a um elevado nível de stress provocado pela alteração brusca da temperatura interna, aumento significativo de luminosidades, rompimento de estruturas fixadas na tampa (potes de alimento e favos) e forte vibração provocada pelo corte da própolis. As abelhas ficam incomodadas com este manejo e o aguçado instinto de defesa da Tubi é despertado, o que ocasiona ataques intensos ao meliponicultor.
Adaptação dos coletores "T & P" para abelha Tubi
Os coletores TP (Figura 6 e Figura 7) foram adaptados nas laterais das alças dos dois tipos de colmeias utilizadas pelo Sr. Wilson Melo, porém no modelo AIDAR (Figura 5) observou-se melhores resultados. As vantagens encontradas pelo meliponicultor foram: menor agressividade das abelhas, menos interferência no ninho, facilidade no manejo, manutenção da integridade da coleta, maior facilidade do corte da própolis em local adequado e menor possibilidade de contaminação. Após a esta etapa de avaliações preliminares, o grupo de pesquisadores do Laboratório de Estudos Sobre Abelhas - LEA dará continuidade às pesquisas sobre a produção de própolis da abelha Tubi em colmeias adaptadas, cujo objetivo é a contribuição com o desenvolvimento da meliponicultura no estado do Maranhão.
Apoio: FAPEMA
Muito boa aplicação... prova de que podemos ser muito criativos e desenvolver novos métodos.
Mensagem Doce nº 118 de 2012
Helder Rocha de Souza1,3 , Wilson Amorim Melo2 & Patrícia Maia Correia de Albuquerque31PPGBC/UFMA heldersouza.br@gmail.com
2Meliponário Abelha Nativa Tubi abelhanativatubi@hotmail.com
3UFMA/LEA - Laboratório de Estudos Sobre Abelhas patemaia@hotmail.com
Figura 1 - Wilson Melo e o filho Pedro Melo
"Este é o trabalho
de uma luta de 28 anos
que conseguimos revolucionar
em menos de 60 dias.
Sendo que as abelhas
não ficam agressivas
e você as explora
com muitas facilidades"
(Wilson Melo)
A produção de própolis da abelha Tubi, Scaptotrigona aff. postica Latreille, 1807 é uma atividade importante da meliponicultura que ocorre no município de Barra do Corda, região central do estado do Maranhão, Brasil. Esta própolis é utilizada como matéria-prima para elaboração artesanal de cremes, extratos alcoólicos, sabonetes e méis compostos, que são utilizados pela população em função de suas propriedades terapêuticas e valores nutricionais. Há 28 anos o meliponicultor Wilson Melo iniciou sua criação de abelhas Tubi e possui acima de 800 colmeias distribuídas em seus 16 meliponários (Figura 1).
Modelos de colmeias utilizadas
Dois modelos de colmeias são utilizados atualmente para a criação de Tubi, sendo um que consiste em numa caixa retangular com laterais e fundo fixo e tampa removível (Figura 2) e o outro, é o modelo AIDAR (Figura 3), que pode utilizar até 3 alças sobrepostas ao ninho. Em ambos os casos a Tubi se adaptou muito bem, porém, ao longo dos anos, Sr. Wilson Melo observou que houve maior produção de própolis e pólen nas colmeias AIDAR. A produção de mel por colmeia não ultrapassou 100g por ano.
A produção convencional de própolis
A utilização das colmeias mostradas nas (Figura 2 e Figura 3), para produção de própolis promove grande interferência nas atividades biológicas no interior dos ninhos. Em ambos os casos é necessário que se abra a tampa, e com a utilização de ferramenta cortante coleta-se a própolis (Figura 4). Este manejo submete a colônia a um elevado nível de stress provocado pela alteração brusca da temperatura interna, aumento significativo de luminosidades, rompimento de estruturas fixadas na tampa (potes de alimento e favos) e forte vibração provocada pelo corte da própolis. As abelhas ficam incomodadas com este manejo e o aguçado instinto de defesa da Tubi é despertado, o que ocasiona ataques intensos ao meliponicultor.
Adaptação dos coletores "T & P" para abelha Tubi
Os coletores TP (Figura 6 e Figura 7) foram adaptados nas laterais das alças dos dois tipos de colmeias utilizadas pelo Sr. Wilson Melo, porém no modelo AIDAR (Figura 5) observou-se melhores resultados. As vantagens encontradas pelo meliponicultor foram: menor agressividade das abelhas, menos interferência no ninho, facilidade no manejo, manutenção da integridade da coleta, maior facilidade do corte da própolis em local adequado e menor possibilidade de contaminação. Após a esta etapa de avaliações preliminares, o grupo de pesquisadores do Laboratório de Estudos Sobre Abelhas - LEA dará continuidade às pesquisas sobre a produção de própolis da abelha Tubi em colmeias adaptadas, cujo objetivo é a contribuição com o desenvolvimento da meliponicultura no estado do Maranhão.
Apoio: FAPEMA
Figura 2 - Colmeia "Cabocla" | Figura 3 - Colmeia PNN | Figura 4. Coleta com abertura do ninho |
Figura 5. Colmeia AIDAR com coletor TP | Figura 6. Coletor TP propolizado pela Tubi | Figura 7. Coleta de própolis com coletor TP |
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Zumbido que salva
Quando se fala em abelhas, a primeira imagem que vêm à mente é a dos desenhos animados, especialmente o do Zé Colmeia, em momentos em que alguns personagens tinham que se jogar em rios pra se livrar das ferroadas. Mas um pesquisador de Catanduva, Wilson Gussoni, tem cultivado, em sua casa e na Fazenda Experimental de Pindorama, abelhinhas sem ferrão que produzem mel, própolis e geleia real que funcionam como antibióticos naturais e propriedades curativas muito superiores às de suas parentes europeias e africanas, podendo prevenir câncer, curar graves doenças e combater duas das bactérias mais fortes do mundo, causas de muitas mortes, fato comprovado por farmacêuticos, universidades e pela experiência em tribos indígenas.
O mel também pode ser misturado à água gelada e se transformar num “Gatorade natural”, além de ser um excelente cicatrizante.
O problema é que as abelhinhas nativas praticamente desapareceram. De acordo com Gussoni, existiam 400 espécies no Brasil, das quais boa parte já se extinguiu. O trabalho do pesquisador é justamente ir atrás das que restaram, onde quer que elas se encontrem – ele já foi à mata atlântica do Paraná e à Amazônia – para recuperar e aumentar a população das polinizadoras. Algumas abelhas reencontradas sequer estão catalogadas e ainda não têm nome científico. Hoje, dentre as espécies criadas por ele, estão a mandaçaia, uruçu-amarela e tubiba, esta última mais resistente a agrotóxicos e capaz de produzir um mel não suscetível a mudanças climáticas.
A paixão de Gussoni pelas abelhas começou cedo, mas foi há 10 anos que ele começou a se dedicar às pesquisas, criação e conscientização nas escolas, para evitar que as abelhas sejam mortas. “Muitos, quando vêem uma abelha, já querem matar, desconhecem a importância desses insetos para a vida humana. Einstein já dizia que, sem as abelhas, a vida no planeta não passaria de quatro anos, pois elas polinizam as plantas que gerarão frutos e alimentarão a humanidade e são capazes de aumentar a produção de alimentos em até 60%”, explica.
As 15 espécies de abelhas nativas, que formam cerca de 100 enxames, criadas por ele, são diferentes das que normalmente vemos em filmes e desenhos e até na vida real. Ironicamente, são estas as que são genuinamente brasileiras. Gussoni conta que os portugueses trouxeram a abelha europeia para o Brasil, durante o período da colonização, por puro desconhecimento. “Eles não sabiam do potencial curativo do mel das nossas abelhas, muito superior às deles. E como o mel era um alimento muito comum dos europeus, eles trouxeram as primeiras espécies estrangeiras pra cá. Nos anos 70, pesquisadores trouxeram as africanas. Como as europeias, elas são maiores e também têm ferrão. O lado bom disso tudo é que, no Brasil, elas se misturaram e, dessa miscigenação, saiu uma qualidade de abelha muito melhor, tornando-se mais resistente a agrotóxicos e a mudanças climáticas”, explica o pesquisador, cuja intenção é soltá-las na natureza local, em quantidades que não sofram mais risco de extinção.
Em sua recente viagem à Amazônia, Gussoni se deparou com uma tribo de índios que vivem no local há cerca de 1,5 mil anos e sempre utilizaram o mel das abelhas nativas. Entretanto, como esse tipo de abelha costuma depositar seu mel em ocos de árvores, eles cortavam a árvore para extrair seu mel.
Para preservar a natureza, Wilson ensinou os índios a reproduzir as abelhas, sem que seja necessário cortar a árvore, técnica que ele desenvolve em sua própria casa, utilizando caixinhas que imitam o habitat natural. Para chegar ao modelo apropriado, Gussoni teve de fazer diversas análises, dentre elas do diâmetro dos troncos e da temperatura em seu interior.
Por seu trabalho na contribuição para a cura de várias doenças, ele recebeu uma homenagem da USP e já foi campeão do Segundo Concurso Nacional de Méis ASF, com seu mel de cipó uva de abelha tubiba, da região de Urupês. O certificado foi concedido pela Federação das Associações dos Apicultores do Rio. “Sou conhecido no mundo, menos em Catanduva”, diz Wilson.
TAMANHO NÃO É DOCUMENTO
Olhando ninguém diz, mas as abelhinhas brasileiras, bem menores que as africanas e europeias são um tesouro desconhecido, graças à qualidade do mel que produzem. A diferença, segundo Gussoni, está na maneira como polinizam, retirando nutrientes de 95% das plantas nativas, regurgitando o mel mais aquoso e rico em antibiótico natural dentro de pequenos nódulos onde sofrem fermentação. A abelha normal, por não ser daqui, só frequenta algumas espécies e seu mel sofre um processo de desidratação durante o voo. É por isso que o mel delas – e o mais conhecido entre os brasileiros – é mais grosso.
Para exemplificar, Gussoni cita o caso do palmito pupunha, que não estava crescendo por causa da abelha africanizada, que não poliniza qualquer planta e vibra com mais frequência. “As nossas vibram em harmonia com a frequência própria da nossa flora nativa. É mais ou menos como um aparelho elétrico plugado na tomada certa. Utilizamos a abelha nativa e somente ela foi capaz de atingir os órgãos masculinos e femininos das flores”.
Tamanho não é documento também quando se trata de meliponicultores. A filhinha de Gussoni, Maria Júlia, tem apenas dois aninhos, mas já foi nomeada representante da Federação Internacional da Meliponicultura, na Malásia. “Ela suga o mel e me ajuda em tudo. Adora estar no meio das abelhas”, conta o pai, orgulhoso.
Maria Júlia pode ser a menor meliponicultora do mundo e ambientalista por excelência.
SOCIEDADE PERFEITA
Se a humanidade convivendo com perfeição é uma utopia, as abelhas são um dos melhores exemplos de sociedade perfeita na natureza.
Gussoni explica que, como são seres sociais, em cada enxame, que pode ter de 1,5 mil a 60 mil abelhas, cada grupo nasce já sabendo a função que terá. Existem as faxineiras, as construtoras e diversas outras funções, que obedecem à rainha. Se uma abelhinha faltar, no meio de milhares, a rainha percebe. “Apesar de viverem em um número muito grande, cada uma delas é muito importante. Se vivêssemos como elas vivem, viveríamos bem melhor”, define.
Esse viver melhor seria não somente com relação à organização das abelhas, mas ao alimento que consomem. A geleia real, por exemplo, confere à rainha seis anos de vida, sendo que uma abelha operária vive 58 dias. Dá pra se ter uma ideia do efeito nos humanos.
A geleia caseira, produzida por Gussoni, é vendida a R$ 30, cada 20 gramas. Custaria o dobro nas farmácias.
O mel de jataí cristalizado deve ser mantido refrigerado, para não perder suas propriedades.
“Americanos e japoneses já estão roubando nossas abelhas”
“Essa abelha é nossa e ninguém tasca”. Pesquisadores brasileiros como Wilson Gussoni adorariam que a máxima fosse verdadeira, mas, infelizmente, não é. Segundo ele, as abelhas nativas brasileiras têm saído do país, através do comércio ilegal com americanos e japoneses. Estes últimos têm comprado grande parte do estoque de mel e própolis da abelha nativa, depois do tsunami, devido a suas propriedades preventivas ao câncer, que pode ser ocasionado pela radiação.
Gussoni não esconde sua frustração para com a falta de interesse do governo brasileiro em patrocinar pesquisas que possam reverter em futuros medicamentos patenteados pelo Brasil e colocados a serviço da população, evitando doenças e minimizando gastos com a saúde pública. “Isso não é interesse do governo, porque vai bater de frente com os grandes laboratórios, engenheiros, agricultores e com a política nacional como um todo. Até o reflorestamento aqui, da forma como é feito, está errado. Estão criando verdadeiros desertos verdes com árvores que não dão oco para que as abelhas façam seus ninhos e futuramente polinizem as plantas, formando novas árvores. Eles acham que reflorestamento é só plantar a mesma quantidade de árvore em qualquer lugar”.
Gussoni afirma que é ele quem paga por todas as suas pesquisas. “Já cansei de pedir apoio. Sequer me respondem. O problema é que já estamos ficando pra trás, pois os japoneses já descobriram a cura para o câncer através da nossa abelha e já estão patenteando”.
Ele conta que, tempos atrás, esteve com o ex-ministro de Meio Ambiente, Paulo Nogueira, que era membro da ONU (Organização das Nações Unidas). “Na época, ele propôs um projeto de uso deste mel para acabar com a fome no mundo e acabou sendo cortado da ONU”.
A capacidade protetora do mel – mesmo o convencional – foi comprovada quando sua presença foi registrada no processo de mumificação dos antigos faraós e rainhas do Egito. “Há também referências bíblicas ao seu poder nutritivo. João Batista se alimentava apenas de gafanhotos e mel, grande fonte de proteínas. Além disso, é o único alimento na face da terra que não estraga, quando cristalizado”.
Fotos: Divulgação
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Calendário Apícola para a Jataí
Encontrei este calendário e achei muito interessante! Espero que seja útil a todos!
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MESES
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PLANTAS
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J
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F
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A
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M
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J
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J
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A
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S
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O
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N
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D
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Família
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Nome Científico
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Nome Popular
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Recurso floral
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X
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| Caryophyllaceae | Sineria armeria | alfinete |
P
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X
| Anacardiaceae | Lithraea molleoides | aroeira branca |
P N
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| Anacardiaceae | Schinus terebinthifolius | aroeira vermelha |
P N
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| Asteraceae | Vernonia polyanthes | assa peixe |
N
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| Asteraceae | Aster laevis | aster, mal-me-quer |
P
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X
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| Sterculiaceae | Dombeya burgessiae | astrapéia |
P N
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| Sterculiaceae | Dombeya wallichii | astrapéia rosa |
N
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X
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| Ericaceae | Rhododendron indicum | azaléa lilás |
P N
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X
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| Ericaceae | Rhododendron indicum | azaléa rosa |
N
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X
| Asphodelaceae | Aloe sp | babosa |
N
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X
| Balsaminaceae | Impatiens balsamina | beijo |
P N
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X
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| Euphorbiaceae | Euphorbia pulcherrima | bico-de-papagaio |
P
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X
| Lamiaceae | Iboza riparia | boldo |
P N
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X
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| Elaeocarpaceae | Muntingia calabura | calabura |
N
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+
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X
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X
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| Asteraceae | Eupatorium sp | cambará-roxo, mata pasto |
N
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X
| Caesalpiniaceae | Caesalpinia pelthophoroides | cesalpínia, sibipiruna |
P
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+
| Apocynaceae | Thevetia peruviana | chapéu-de-Napoleão |
N
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X
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| Lamiaceae | Coleus sp1 | cóleus |
P N
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X
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| Lamiaceae | Coleus sp2 | cóleus |
P N
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| Lythraceae | Lagerstroemia indica | confete |
P N
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X
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| Euphorbiaceae | Euphorbia milli var. splendens | coroa-de-cristo |
P N R
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+
| Euphorbiaceae | Euphorbia milli var. milli | coroa-de-cristo - grande |
P R
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+
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X
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X
| Euphorbiaceae | Croton lundianus | croton |
P N R
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X
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| Asteraceae | Dahlia sp | dália |
P N
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| Iridaceae | Dietes vegeta | dietes |
P R
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+
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X
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| Asteraceae | Emilia sonchifolia | emília |
N
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X
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| Asteraceae | Eclipta alba | erva-de-botão, lanceta, surucuína |
P N
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X
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X
| Mimosaceae | Mimosa daleoides | espiguinha |
P N
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X
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X
| Fabaceae | Calliandra tweedii | esponjinha vermelha |
N
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+
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X
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| Ranunculaceae | Delphinium sp | esporinha |
P
| |||||||
X
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+
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+
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+
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+
| Solanaceae | Nicotiana tabacum | fumo |
P N R
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X
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X
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+
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X
| Apiaceae | Foeniculum vulgare | funcho |
P N
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X
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+
| Proteaceae | Grevillea banksii | grevília |
N
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+
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+
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X
| Asteraceae | Crotalaria sp | guizo-de-cascavel, crotalaria |
N
| |||||||||
+
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X
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+
| Asteraceae | Crotalaria lanceolata | guizo-de-cascavel |
P N
| |||||||||
X
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+
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+
| Oleaceae | Jasminum azoricum | jamim-estrela |
N R
| |||||||||
+
|
+
| Rutaceae | Citrus sinensis | laranjeira |
N
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+
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+
| Caprifoliaceae | Lonicera japonica | madressilva |
N
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+
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X
| Anacardiaceae | Mangifera indica | manga |
N R
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+
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| Asteraceae | Tithonia rotundifolia | margaridão amarelo |
N
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X
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+
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+
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+
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+
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+
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+
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+
| Lamiaceae | Ocimum kilimandscharicum | manjericão |
P N
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+
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+
| Solanaceae | Solanum americana | maria-pretinha |
N
| ||||||||||
+
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+
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+
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+
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+
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+
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+
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X
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X
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X
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+
| Balsaminaceae | Impatiens sultanii | maria-sem-vergonha |
N
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+
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+
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+
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+
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+
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+
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+
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X
| Malpighiaceae | Byrsonima intermedia | murici |
P N
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+
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X
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+
| Capparaceae | Cleome spinosa | mussambé |
P N
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X
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X
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+
| Aizoaceae | Mesembryanthemum spectabile | onze horas |
P N
| |||||||||
+
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X
| Lamiaceae | Origanum vulgare | orégano |
N
| ||||||||||
+
|
+
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X
| Melastomataceae | Tibouchina holosericea | orelha-de-onça |
N
| |||||||||
+
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X
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X
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X
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+
| Arecaceae | Archontophoenix cunninghamiana | palmeira |
N
| |||||||
+
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+
| Rosaceae | Prunus persica | pessegueiro |
P N
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X
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X
| Asteraceae | Bidens pilosa | picão |
N
| ||||||||||
+
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+
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X
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+
| Asteraceae | Galinsoga parviflora | picão branco |
N
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+
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+
| Myrtaceae | Eugenia pitanga | pitangueira |
N
| ||||||||||
+
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X
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+
| Nyctaginaceae | Bougainvillea spectabilis | primavera |
N
| |||||||||
X
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X
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+
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+
| Melastomataceae | Tibouchina granulosa | quaresmeira |
P N
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+
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+
| Caprifoliaceae | Sambucus australis | sabugueiro |
P N
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X
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| Lamiaceae | Salvia splendens | salvia vermelha |
P N
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+
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X
| Mimosaceae | Mimosa pudica | sensitiva |
P
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X
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X
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+
| Fabaceae | Erythrina mulungu | suinã |
P
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X
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X
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+
| Polygonaceae | Polygonum capitatum | tapete inglês |
P
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X
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+
| Fabaceae | Tipuana speciosa | tipuana |
P
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X
| Anacardiaceae | Toxicodendron verniciferum | toxicodentron |
N R
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+
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X
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X
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+
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| Acanthaceae | Thunbergia grandiflora | tumbergia |
P N
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X
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+
| Asteraceae | Baccharis sp | vassourinha |
P N
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X
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X
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X
| Asteraceae | Wedelia paludosa | vedélia |
N
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X
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| Verbenaceae | Durante repens | violeteira |
N
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Legendas: + = época de floração X = pico da florada P = pólen N = néctar R = resina Fonte: 1985 - FÁTIMA DO ROSÁRIO NASCHENVENG KNOLL - Abundância relativa das abelhas no Campus da Universidade de São Paulo (23o33'S; 46o43' W), com especial referência à Tetragonisca angustula Latreille. São Paulo, USP, 78p. Dissertação (Mestrado) Departamento de Zoologia. Orientadora: Dra. Vera Lúcia Imperatriz-Fonseca. |
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